Clareira aberta

Um blog de reminiscências e banalidades - às vezes sérias.

185 - Parte II

“Aos fios que dançam

O canto de silêncio

De teus olhos sobre o punho:

Encantas-me e nem sabes,

Inspiras-me e não o vês.”

(…)

“Atirava os dedos sobre os cabelos

Como quem rege o som da harpa

E em seus fios escuros de notas graves

Ressoava em meu peito um canto de calma”

(…)

“Musa dos belos olhos, quão doce me foi à alma bailar esta valsa contigo. Ainda que não o saibas, ainda que seja este silêncio um castigo.”

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